Ó bendito o que semeia livros, livros à mão


cheia... e faz o povo pensar!
O livro caindo n'alma é germe que faz a palma, é


chuva que faz o mar!


Castro Alves


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Quando vi, já era...

A imaturidade muitas vezes destina nossa vida e profissão de maneira acertiva, ou não. Cabe a cada um intervir no próprio caminho buscando rotas alternativas a fim de contornar situações acidentais, fortalecendo a fé naquilo que se almeja alcançar. Por quê muitas pessoas desistem quando deparam-se com pedras, mesmo as mais pequenas? Porque são fracas? Porque a vida é injusta com elas? Será Deus um ser impiedoso? Há uma meta a ser atingida em sua vida? Ponto positivo. Estoy haciendo juicios de valor? Apenas reflito sobre o motivo para que a parte da humanidade atendida assistencialmente seja diferente perante a lei. A Carta Magna que rege nossas ações e atitudes apregoa em seu 5º artigo que "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...". A humildade com que construo esta análise cede espaço a um pensamento próprio que me permite questionar: somos todos iguais - isso está posto pelas letras. Há igualdade entre seres que em situações extremas de sobrevivência apontam dedicação, iniciativa, sacrifício, abnegação, estímulo, persistência, motivação contrapondo tais características substantivas à pessoas supostamente iguais? Nosso contexto social tem transparecido a referida circunstância? A inversão de valores supostamente denota-se como contraponto ao artigo quinto. Não, quinto dos infernos seria conceder abertura à intriga da oposição. Minha análise está fundamentada em uma experiência pessoal e agora intolerante em relação à necessidades de mão de obra. Tenho conversado sobre e há unanimidade quase que plena, pois a comodidade de infinitas possibilidades para  recebimentos assistenciais/governamentais acomodam por exemplo, boa parte de possíveis secretárias do lar, a se submeterem, como todos em seus postos profissionais, independente do escalão, a assimirem éticamente tal responsabilidade. Sua pseudo-sobrevivência está garantida pelas pseudo-ajudas ao passo que, nosso representante, o senhor Estado, administra utilizando nosso capital, o financiamento de tais proposituras, já que os impotos retidos em nossa fonte não são opcionais. O que fazer então? Simplesmente deixar rolar, amigo? Como posso atribuir certeza a tão polêmica questão? O fato é que, graças a Deus, para efeito de psedo-dignidade, quando vi, já era. Aconteceu como o meu casamento. Quando vi, já estava casada. Quando vi, já era professora.

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